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Banco Central eleva projeção de crescimento econômico do Brasil para 2023

Economia brasileira superou as expectativas ao registrar um aumento de 0,9% no segundo trimestre. Banco Central enfatizou a necessidade de manter uma política monetária contracionista

Banco Central enfatizou a necessidade de manter uma política monetária contracionista
Banco Central enfatizou a necessidade de manter uma política monetária contracionista - Divulgação/JC Concursos
Pedro Miranda

Pedro Miranda

redacao@jcconcursos.com.br

Publicado em 28/09/2023, às 13h18

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O Banco Central (BC) revisou para cima sua projeção de crescimento para a economia brasileira em 2023. Segundo o Relatório de Inflação trimestral divulgado pelo BC, a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) subiu de 2% para 2,9%, impulsionada por um surpreendente crescimento no segundo trimestre.

A economia brasileira superou as expectativas ao registrar um aumento de 0,9% no segundo trimestre em comparação com os primeiros três meses do ano, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de 3,4%. Isso resultou em um aumento acumulado de 3,2% no PIB nos últimos 12 meses e de 3,7% no primeiro semestre.

Embora o BC tenha destacado o desempenho positivo da economia nos primeiros seis meses do ano, também alertou que parte desse crescimento se deve a fatores transitórios, como safras recordes de soja e milho e a expansão dos benefícios previdenciários no primeiro semestre, influenciados por mudanças de calendário e aumento do salário mínimo.

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Banco Central enfatizou a necessidade de manter uma política monetária contracionista

O BC prevê que o forte impulso da agropecuária e dos benefícios previdenciários se dissipará nos próximos trimestres, levando a um crescimento econômico mais moderado em 2024. Além disso, as incertezas no cenário internacional, incluindo a desaceleração da atividade econômica em países avançados e as pressões inflacionárias persistentes, também são fatores de preocupação.

Apesar da redução da taxa básica de juros (Selic) nas últimas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), o BC enfatizou a necessidade de manter uma política monetária contracionista para garantir a convergência da inflação para a meta em 2024 e 2025.

A taxa Selic é uma ferramenta fundamental do BC para controlar a inflação, mas seu impacto na economia deve ser cuidadosamente monitorado, pois afeta o custo do crédito e o crescimento econômico.

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