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Boletim Focus: mercado financeiro eleva expectativa de crescimento do PIB

O Boletim Focus reúne as expectativas dos principais indicadores econômicos do Brasil das maiores instituições financeiras do país

Boletim Focus: mercado financeiro eleva expectativa de crescimento do PIB
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Victor Meira

Victor Meira

victor@jcconcursos.com.br

Publicado em 05/06/2023, às 10h36

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De acordo com o Boletim Focus divulgado hoje (5) pelo Banco Central (BC), a previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira em 2023 subiu de 1,26% para 1,68%. Os principais indicadores econômicos estão sendo acompanhados de perto pelos analistas, que também estimam um crescimento de 1,28% para o Produto Interno Bruto (PIB) no próximo ano.

As projeções indicam uma expansão do PIB em 1,7% e 1,9% para os anos de 2025 e 2026, respectivamente, sinalizando uma tendência positiva para o cenário econômico brasileiro a médio prazo.

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Em relação à inflação, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - considerada a inflação oficial do país - caiu ligeiramente de 5,71% para 5,69% neste ano. Para 2024, a estimativa é de uma inflação de 4,12%. Já para 2025 e 2026, as previsões apontam uma inflação de 4% em ambos os anos.

Boletim Focus: juros e câmbio

Quanto à taxa básica de juros, conhecida como Selic, o BC tem utilizado essa ferramenta como principal instrumento para controlar a inflação. Atualmente, a Selic está em 13,75% ao ano, patamar mantido desde agosto do ano passado. 

Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a taxa encerre 2023 em 12,5% ao ano, sendo reduzida para 10% ao ano até o fim de 2024. Já para os anos de 2025 e 2026, a previsão é de uma Selic de 9% ao ano em ambos os períodos.

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Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, o que pode impactar nos preços, tornando o crédito mais caro e incentivando a poupança. No entanto, é importante ressaltar que outros fatores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas, também influenciam na definição das taxas de juros pelos bancos, o que pode dificultar a expansão econômica em caso de taxas mais elevadas.

Por outro lado, quando o Copom reduz a Selic, espera-se que o crédito fique mais acessível, estimulando a produção e o consumo, o que pode resultar em um menor controle sobre a inflação e impulsionar a atividade econômica.

Por fim, em relação à cotação do dólar, o mercado financeiro projeta que a moeda americana encerre o ano de 2023 cotada a R$ 5,10. Para o fim de 2024, a estimativa é de que o dólar fique em R$ 5,16.

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