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Confiança do Empresário cai em fevereiro e tem o menor nível desde abril de 2021, diz FGV

Segundo o FGV-Ibre, a Confiança Empresarial recuou em fevereiro devido a fatores como juros e inflação alta, variante Ômicron e falta de insumos na indústria

Victor Meira - victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 25/02/2022, às 09h35

Confiança do Empresário cai em fevereiro e tem o menor nível desde abril de 2021, diz FGV
Confiança do Empresário cai em fevereiro e tem o menor nível desde abril de 2021, diz FGV - Freepik
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O Índice de Confiança Empresarial (ICE) caiu 0,5 ponto em fevereiro e atingiu a marca de 91,1 pontos, o menor nível desde abril de 2021 (89,6 pontos). Em relação a métricas de médias móveis trimestrais, o indicador caiu pela quinta vez seguida, o índice está em 1,7 ponto. Os dados foram divulgados, nesta sexta-feira (25), pelo FGV-Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas). 

Segundo Aloisio Campelo Júnior, Superintendente de Estatísticas do FGV-Ibre, a confiança empresarial recuou em fevereiro por causa do impacto da variante Ômicron nas atividades presenciais, dos problemas de abastecimentos de insumos em algumas atividades industriais, da inflação alta e do aumento na taxa de juros. 

“A segunda queda expressiva dos índices que medem o pulso dos negócios no próprio mês da pesquisa sinaliza uma desaceleração da economia no primeiro bimestre do ano. Já as expectativas em relação aos próximos meses pararam de piorar, mas ainda estão longe de refletirem otimismo”, explica.

Apesar das avaliações sobre a situação atual continuarem piorando, as expectativas para os meses seguintes melhoraram após três meses de queda. O Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) caiu 3,2 pontos, para 88,1 pontos, menor nível desde abril de 2021 (87,8 pontos). O Índice de Expectativas (IE-E) subiu 1,9 ponto, para 93,3 pontos, após acumular perda de 9,0 pontos entre outubro do ano passado e janeiro deste ano. 

Após um início de 2022 marcado pela queda da confiança de todos os setores pesquisados, a confiança do Comércio e da Construção voltaram a subir em fevereiro, ambos sob influência da melhora das expectativas em relação ao futuro próximo. 

A confiança do setor de Serviços manteve a tendência de queda e cedeu 2,0 pontos, acumulando perdas de 10 pontos em quatro meses. A da indústria cedeu 1,7 ponto no mês e 12 pontos nos últimos sete meses.  Em todos os setores houve piora da percepção sobre a situação atual dos negócios em fevereiro.

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.

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