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Confiança do empresário sobe em março, mas ele ainda teme o futuro, indica FGV

Segundo o FGV-Ibre, a melhora da confiança empresarial foi motivada pelo otimismo das avaliações sobre a situação atual da economia brasileira

victor meira - victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 01/04/2022, às 09h01

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O Índice de Confiança Empresarial (ICE) cresceu 0,7 ponto em março. Com isso, o indicador registra 91,8 pontos. O resultado atual interrompe uma série de quedas, que iniciou em novembro de 2021. Em contrapartida, em relação a métrica de médias móveis trimestrais, o ICE caiu pela sexta vez consecutiva, que foi de 0,8 ponto. 

Os dados foram divulgados, nesta sexta-feira (01), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV). 

Segundo o FGV-Ibre, a melhora da confiança empresarial foi motivada pelo otimismo das avaliações sobre a situação atual da economia brasileira. Porém, os empresários seguem pessimistas em relação aos meses seguintes. 

O Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) subiu 4,0 pontos, para 92,1 pontos, maior nível desde dezembro de 2021 (95,8 pontos). Já o Índice de Expectativas (IE-E) caiu 0,9 ponto, para 92,4 pontos.

Entre os setores que fazem parte do ICE, somente o de Serviços apresentou alta no mês, influenciado pela melhora das perspectivas nos dois horizontes de tempo. A confiança da Indústria caiu pelo oitavo mês seguido e acumula perda superior a 13 pontos. A confiança dos setores do Comércio e da Construção recuaram no mês, motivada pela piora das expectativas.

Conforme indica o FGV-Ibre, a confiança empresarial subiu em 29 dos 49 segmentos integrantes do ICE em março, um aumento da disseminação frente aos 24 segmentos do mês passado.

O ICE consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.

Queda da covid-19 melhora confiança do empresariado

O superintendente de estatísticas do FGV-Ibre, Aloisio Campelo Jr., avalia que a confiança do empresário apresentou uma alta expressiva por conta da melhora dos números da pandemia de covid-19. A diminuição dos casos da doença promoveram uma melhora sobre a percepção nas vendas dos setores de Serviços e do Comércio.

Em contrapartida, os empresários brasileiros ainda têm um certo receio com a situação econômica do Brasil a curto prazo. 

“A nova queda do Índice de Expectativas Empresarial, no entanto, lança dúvidas sobre a continuidade da recuperação nos próximos meses diante de um cenário de incerteza com relação ao impacto do conflito bélico entre Rússia e Ucrânia na economia mundial e do efeito esperado das altas de juros sobre a demanda interna.”, explica Campelo Jr.

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