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Greve no Banco Central: órgão anuncia plano de contingência para serviços essenciais

A greve no Banco Central foi aprovada na segunda (28) por tempo indeterminado e começa no dia 1º de abril; confira os planos de contingência

Pedro Miranda* | redacao@jcconcursos.com.br
Publicado em 29/03/2022, às 22h03

Por causa da greve no Banco Central, vários estatísticas mensais não serão divulgadas
Por causa da greve no Banco Central, vários estatísticas mensais não serão divulgadas - Agência Brasil
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A greve no Banco Central (BC) ainda não começou mas já movimenta a organização da instituição. A agência anunciou nesta segunda-feira (29) que dispõe de planos de contingência para manter os serviços essenciais funcionando durante a greve dos servidores, que começa na próxima sexta-feira (1º). O órgão garantiu o funcionamento de operações de mercado e sistemas como Pix, Sistema de Transferência de Reservas (STR) e o Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

Em nota, o BC disse reconhecer o direito dos servidores para promover manifestações organizadas e que acredita na dedicação, qualidade e responsabilidade dos servidores e no compromisso com a instituição e a sociedade. A greve no Banco Central foi aprovada na segunda (28) por tempo indeterminado a partir de 1º de abril.

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Servidores do Banco Central pedem reajuste salarial

A categoria pede a prorrogação do aumento salarial aprovado para a Polícia Federal no orçamento de 2022. Os servidores param diariamente das 14h às 18h desde o dia 17 de março. Os funcionários da agência estão trabalhando sob protocolos operacionais padrão desde o início do ano, com equipes trabalhando em ritmo mais lento e atrasando a disseminação das métricas.

No final do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro (PL) prometeu reajustes salariais para as polícias federal e rodoviária, mas até agora não fez ajustes formais. No entanto, o sinal do presidente provocou insatisfação nas categorias que não seriam atendidas. 

Várias publicações do BC, como o Boletim Focus (pesquisa de instituições financeiras) e respostas a questionários antes da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), estão saindo atrasadas nas últimas semanas. Por causa da greve no Banco Central, vários meses de estatísticas mensais previstas para esta semana, como relatórios de contas externas, mercados de crédito e contas públicas não serão divulgados. 

*Estagiário sob supervisão do jornalista Jean Albuquerque

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