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Gripe aviária: Minas Gerais registra primeiro caso em um pato

Conforme o Mapa, os diversos subtipos do vírus da influenza aviária ocasionalmente podem infectar outras espécies. Evitar contato direto com aves doentes ou mortas

Pato da espécie Cairina moschata
Pato da espécie Cairina moschata - Divulgação/JC Concursos
Pedro Miranda

Pedro Miranda

redacao@jcconcursos.com.br

Publicado em 02/06/2023, às 18h31

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Foi confirmado o primeiro caso de gripe aviária no estado de Minas Gerais. O vírus foi encontrado em um pato da espécie Cairina moschata, que vivia em liberdade na cidade de Pará de Minas. De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), trata-se de um caso de influenza aviária de baixa patogenicidade (H9N2), que geralmente causa poucos ou nenhum sinal clínico nas aves.

Em nota, o Mapa esclareceu que a detecção desse novo subtipo do vírus não está relacionada aos casos confirmados de alta patogenicidade (H5N1) em aves silvestres nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, os quais podem causar sintomas graves e alta taxa de mortalidade. O Ministério ressaltou que não são necessárias medidas emergenciais e que a condição do Brasil como país livre de influenza aviária de alta patogenicidade não está comprometida.

O Mapa também informou que a influenza aviária de baixa patogenicidade não é uma doença de notificação obrigatória para a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) e não impõe restrições ao comércio internacional de produtos avícolas brasileiros.

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Importante evitar o contato direto com aves doentes ou mortas

Segundo o Ministério, os diversos subtipos do vírus da influenza aviária ocasionalmente podem infectar outras espécies, incluindo mamíferos e, em casos esporádicos, até mesmo seres humanos. No entanto, os casos de infecção humana são considerados raros e estão relacionados à exposição desprotegida a aves doentes, não havendo registro de transmissão entre humanos.

O Ministério ressalta a importância de evitar o contato direto com aves doentes ou mortas. Qualquer suspeita de influenza em aves domésticas ou silvestres, incluindo a identificação de aves com sinais respiratórios ou neurológicos, deve ser notificada ao órgão estadual de saúde animal ou à Superintendência Federal de Agricultura e Pecuária.

Enquanto isso, novos focos de influenza aviária de alta patogenicidade (H5N1) foram confirmados no país. Na quinta-feira (1º), foram identificados mais seis casos, elevando o total de focos em aves silvestres no Brasil para 19.

Quatro desses casos foram registrados no Espírito Santo, sendo três no município de Marataízes, em aves das espécies Thalasseus acuflavidus (trinta-réis de bando), Thalasseus maximus (trinta-réis-real) e Nannopterum brasilianum (biguá), e um no município de Guarapari, também em Thalasseus acuflavidus (trinta-réis de bando).

Os outros dois casos recentes foram identificados no Rio de Janeiro, em aves da espécie Thalasseus acuflavidus (trinta-réis de bando).

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