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Guedes defende privatização da Petrobras, mas destaca que medida depende de Bolsonaro

Ministro da Economia, Paulo Guedes, afirma que a privatização da Petrobras não está nos planos do primeiro mandato, mas ele deixa implícito que isso ocorrer em um eventual segundo mandato de Bolsonaro

victor meira - victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 30/03/2022, às 10h16

Ministro da Economia Paulo Guedes defende a privatização da Petrobras
Ministro da Economia Paulo Guedes defende a privatização da Petrobras - Agência Brasil
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Com as mudanças no comando da Petrobras, o ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu mais uma vez a desestatização da empresa petrolífera. Ele ainda destaca que uma eventual privatização da Petrobras não será feita no atual mandato. 

A declaração foi feita, na última terça-feira (29), em uma entrevista na embaixada brasileira em Paris, na França. O ministro está na Europa para discutir a adesão do Brasil à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

“O presidente [Jair Bolsonaro] disse expressamente que não privatizaria a Petrobras neste mandato, o primeiro mandato. Nunca disse nada sobre o segundo mandato”, ressalta Guedes. Apesar da defesa pessoal sobre a medida, o ministro da Economia relata que a decisão sobre a desestatização depende de Bolsonaro. 

“Quando penso em Petrobras, penso que a gente deveria privatizar a Petrobras, mas eu não tenho votos. Sou só um ministro da Economia. Eu não tenho nada a comentar sobre a Petrobras”, afirma. 

O ministro ainda informa que o único nome indicado por ele para presidir a estatal foi do economista Roberto Castello Branco, que comandou a empresa de janeiro de 2019 até fevereiro de 2021.

Sobre a troca do general da reserva Joaquim Silva e Luna pelo economista Adriano Pires, Guedes comentou que a modificação no cargo não deverá ter consequências práticas na gestão da empresa. “Não acho que essa mudança seja um fator importante, não mesmo. Não espero que tenha efeitos reais”, explica.

Embora não consiga privatizar a Petrobras em 2022, Guedes prometeu que as outras desestatizações vão sair do papel até o final do ano, com destaque para Eletrobras e Correios. Além disso, ele aponta que irá avançar com concessões de portos e dos aeroportos do Galeão, de Santos Dumont e de Congonhas.

*com informações da Agência Brasil

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