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Indicador de emprego atinge o maior nível desde dezembro de 2021

O economista do FGV-Ibre, Rodolfo Tobler, destaca que a melhora do emprego foi impulsionada pela recuperação do setor de serviços

Victor Meira | victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 05/05/2022, às 09h37

Carteira de trabalho
Carteira de trabalho - Divulgação
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Após a divulgação da queda na taxa de desemprego nos últimos dados divulgados pela Pnad Contínua do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mais um indicador mostra a melhora no mercado de trabalho. O Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp) cresceu 4,5 pontos na passagem de março para abril de 2022. 

O resultado é um indicativo sobre a melhora no emprego no Brasil. Uma vez que ele chegou no patamar de 79,5 pontos, o maior nível desde dezembro de 2021 (81,8 pontos). Os dados foram divulgados, nesta quinta-feira (05), pelo FGV-Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas). 

Segundo a pesquisa, o Iaemp antecipa as tendências do mercado de trabalho, com base em entrevistas com consumidores e com empresários dos setores da indústria e serviços. 

Os pesquisadores ainda apontam que todos os componentes do Iaemp contribuíram para o resultado positivo deste mês. O destaque vai para a situação atual dos negócios dos serviços (alta de 1,6 ponto) e da indústria (alta de 1,2 ponto).

O economista do FGV-Ibre, Rodolpho Tobler, afirma que após cinco meses em queda, o indicador voltou a subir em abril. Ele destaca que o desempenho foi influenciado pela melhora do setor de serviços, que foi impactado pelas ondas da pandemia, e ainda mostra espaços para recuperação. 

“O principal desafio nos próximos meses será a manutenção desse resultado positivo que dependerá da melhora do ambiente macroeconômico”, disse Tobler.

Taxa de desemprego tem o menor nível desde 2016

Na última sexta-feira (29), o IBGE divulgou os resultados da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua). A pesquisa, que é uma das referências econômicas sobre a taxa de desemprego, revela que a taxa se manteve estável no 1º trimestre de 2022, com 11,1%.

Este resultado mostra que a taxa de desemprego apresentou o menor nível para os três primeiros meses do ano desde 2016. Com isso, o número de desempregados é estimado em 11,9 milhões de pessoas, o que também ficou estável. 

Já a população ocupada está na casa dos 95,3 milhões e recuou 0,5% na mesma comparação. Dessa forma, há 472 mil pessoas a menos no mercado de trabalho. 

*com informações do FGV-Ibre e IBGE

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