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Inflação medida pelo IGP-DI sobe 2,37% em março e acumula alta de 15,5% em um ano

Apesar da inflação, medida pelo IGP-DI, ainda estar em um patamar alto, em comparação com março de 2021, o índice revela uma tendência de diminuição da pressão inflacionária

Victor Meira - victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 06/04/2022, às 10h50

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O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) avançou 2,37% em março, acima dos 1,50% que foi registrado em fevereiro. Com este resultado, o indicador já acumula alta de 6% em 2022 e 15,57% em 12 meses. Em março de 2021, o índice havia subido 2,17% e acumulava elevação de 30,63% em 12 meses.

Os dados foram divulgados, nesta quarta-feira (06), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ibre). 

De acordo com a pesquisa, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) cresceu 2,80% em março. Em fevereiro, o índice havia apresentado alta de 1,94%. Na análise por estágios de processamento, a taxa do grupo Bens Finais variou de 1,73% em fevereiro para 3,64% em março. 

O principal responsável pelo crescimento da inflação foram os alimentos processados, cuja taxa passou de 0,61% para 4,03%. O índice de Bens Finais (ex), que resulta da exclusão de alimentos in natura e combustíveis para o consumo, variou 2,14% em março, contra 0,91% em fevereiro.

“O IPA, índice de maior expressão na composição do resultado do IGP, recebeu, nesta apuração, forte influência dos derivados do petróleo, cujos destaques foram Diesel (2,70% para 16,86%), gasolina (1,71% para 12,69%) e adubos ou fertilizantes (-5,21% para 7,97%) que juntos responderam por 30% do resultado do IPA”, afirma André Braz, Coordenador dos Índices de Preços.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) avançou 1,35% em março, contra 0,28% em fevereiro. Sete das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação: Transportes (0,07% para 2,51%), Habitação (0,33% para 1,23%), Alimentação (1,20% para 1,99%), Educação, Leitura e Recreação (-0,51% para 0,67%), Saúde e Cuidados Pessoais (-0,12% para 0,29%), Vestuário (0,33% para 1,04%) e Despesas Diversas (0,08% para 0,39%). 

Nestas classes de despesa, vale mencionar o comportamento dos seguintes itens: gasolina (-1,35% para 5,08%), tarifa de eletricidade residencial  (-0,73% para 1,60%), hortaliças e legumes (8,44% para 14,79%), passagem aérea (-4,09% para 3,26%), perfume (-3,00% para 2,60%), roupas (0,34% para 1,17%) e serviços bancários (0,06% para 0,41%).

Por outro lado, o grupo Comunicação (0,08% para -0,11%) apresentou decréscimo em suas taxas de variação. Esta classe de despesa foi influenciada pelo seguinte item: tarifa de telefone residencial (-0,41% para -0,83%).

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