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IPCA-15 aponta nova DEFLAÇÃO no Brasil neste mês. Veja setores em queda

IPCA-15 divulgado nesta terça-feira (25) pelo IBGE aponta deflação em setores da economia; queda nos preços da energia elétrica residencial contribuiu

Notas de dinheiro
Notas de dinheiro - Canva
Jean Albuquerque

Jean Albuquerque

redacao@jcconcursos.com.br

Publicado em 26/07/2023, às 07h51

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (25) aponta para nova deflação no mês de julho

Após um período de nove meses em alta, o índice de prévia da inflação registrou uma deflação de 0,07% em julho. Isso representa uma queda de 0,11 ponto percentual em comparação com a taxa do mês anterior, que havia sido de 0,04%. 

O principal fator que contribuiu para esse resultado foi a redução nos preços da energia elétrica residencial, que apresentou uma queda de 3,45%. Essa diminuição ocorreu devido à incorporação do Bônus de Itaipu, que foi creditado nas faturas de julho. No ano, a alta acumulada é de 3,09% e, em 12 meses, de 3,19%.

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Veja setores em queda 

Segundo os dados do IPCA-15, além da energia elétrica também houve queda nos preços do botijão de gás (-2,10%), e a habitação (-0,94%), um dos grupos que mais impactaram o índice geral.

De acordo com o IBGE, em relação aos grupos analisados, também houve queda no grupo de alimentação e bebidas (-0,40%), que resultou na deflação de alimentação no domicílio (-0,72%). 

No grupo de alimentos houve queda nos preços do feijão-carioca (-10,20%), o óleo de soja (-6,14%), o leite longa vida (-2,50%) e as carnes (-2,42%). Já os dois produtos ficaram mais caros neste mês, a exemplo da batata-inglesa (10,25%) e o alho (3,74%).

No entanto, foi registrada alta de (0,20%) na taxa de esgoto. Ainda segundo o IPCA-15, a alta mais significativa foi do lanche (0,34% em junho para 1,02% em julho), a alimentação fora do domicílio (0,46%) aumentou em relação ao mês anterior (0,29%). Já a refeição (0,17%) desacelerou na mesma comparação (0,28%).

Veja grupos em alta 

O grupo de Transportes foi o destaque entre as altas, apresentando um avanço de 0,63% em julho. Esse aumento pode ser atribuído principalmente ao acréscimo nos preços da gasolina, que registrou um aumento de 2,99%. 

Essa alta teve o maior impacto positivo entre os subitens pesquisados, contribuindo com 0,14 ponto percentual para o índice. O gás veicular também subiu, registrando um aumento de 0,06%. No entanto, o óleo diesel (-3,48%) e o etanol (-0,70%) tiveram deflação. Considerando esses resultados, os combustíveis em geral tiveram uma alta de 2,28% no mês de julho.

Dentro do grupo de Transportes, as passagens aéreas apresentaram uma alta significativa de 4,70%, seguindo um aumento expressivo de 10,70% em junho. Por outro lado, alguns itens apresentaram queda, com destaque para o automóvel novo (-2,34%), o automóvel usado (-1,05%), e o ônibus urbano (-0,72%).

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