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Ipea aponta queda no afastamento do trabalho cai no final de 2021 e queda na desigualdade

Junto com a queda no afastamento do trabalho, pesquisa do Ipea revela uma diminuição na desigualdade da renda dos trabalhadores

Victor Meira - victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 14/03/2022, às 14h25

Ipea aponta queda no afastamento do trabalho cai no final de 2021 e queda na desigualdade
Ipea aponta queda no afastamento do trabalho cai no final de 2021 e queda na desigualdade - Divulgação
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De acordo com um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o número de afastamentos do mercado de trabalho vem apresentando uma tendência de queda no primeiro trimestre de 2021. No quatro trimestre do ano passado, a taxa fechou em 1,84%, abaixo das observadas no terceiro trimestre (1,99%), no segundo trimestre (2,27%) e no primeiro trimestre de 2021 (3,31%).

O maior percentual de afastamentos no último trimestre de 2021, ocorreu entre servidores públicos estatutários e militares (3,84%), enquanto a menor taxa ficou entre os empregadores (0,52%).

A proporção entre as horas habitualmente trabalhadas e aquelas que foram efetivamente trabalhadas ficou em 97%, enquanto que, no início da pandemia, atingiu 78%.

O Brasil também fechou 2021 com recuo na desigualdade da renda do trabalho em relação a 2020. Segundo a pesquisa do Ipea, o índice de Gini chegou a 0,490 no quarto trimestre do ano passado. Com isso, ficou abaixo do 0,507 do terceiro trimestre de 2020, pico provocado pela saída de trabalhadores menos qualificados do mercado de trabalho naquela época.

O levantamento também mostra que o rendimento habitual médio foi se reduzindo à medida em que os trabalhadores informais e por conta-própria foram retornando ao mercado de trabalho. A renda habitual média saiu de um pico de R$ 2.857,00, no trimestre móvel encerrado em julho de 2020, para R$ 2.447,00, no último trimestre de 2021. Já renda efetiva apresentou consecutivas quedas a partir do trimestre móvel iniciado em abril de 2020 e os últimos resultados mostram que, no último trimestre de 2021, a renda efetiva caiu 8,5%, se aproximando ainda mais da queda da renda habitual.

A proporção de domicílios sem renda do trabalho que, no primeiro trimestre de 2020, era de 22,35%, teve seu ápice no terceiro trimestre do mesmo ano (28,04%). Essa relação apresentou uma estabilidade entre o quarto trimestre de 2020 e o primeiro trimestre de 2021, reforçando como havia sido lenta a recuperação do nível de ocupação aos patamares anteriores a pandemia e, no segundo trimestre de 2021, caiu para 24,5%. Os dados do quarto trimestre (22,2%) revelam que essa relação já se aproxima dos patamares de 2019, que era cerca de 21,5%.

*com informações da Agência Brasil

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