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Mulheres e pessoas pretas são mais afetadas pelo desemprego, aponta IBGE

A taxa de desemprego de pessoas brancas ficou abaixo da média nacional. E as diferenças de gênero na busca de vagas também são alarmantes; confira

Pedro Miranda* | redacao@jcconcursos.com.br
Publicado em 13/05/2022, às 18h36

A taxa de desemprego de pessoas brancas ficou abaixo da médica nacional
A taxa de desemprego de pessoas brancas ficou abaixo da médica nacional - Agência Brasil
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O cenário de desemprego no Brasil assombra a população, mas as mulheres e pessoas pretas e pardas são as mais afetadas, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No primeiro trimestre deste ano, o número de mulheres desempregadas subiu para 13,7% e 13,3% para as pessoas pretas.

Em relação à taxa de desemprego entre homens ficou em 9,1%, e a taxa de pessoas brancas desempregadas foi de 8,9%, abaixo da média nacional de 11,1%. A coordenadora de Trabalho e Renda do IBGE destaca que as diferenças de gênero na busca de vagas também são gritantes. O levantamento mostrou que 67,2% deles eram de pessoas pretas e 34,8% de brancos.

A pesquisa também mostrou que muitos brasileiros lutam para voltar ao mercado de trabalho há mais de dois anos. Essas pessoas totalizaram quase 3,5 milhões no primeiro trimestre deste ano, ou cerca de 29% do total de desempregados. Adriana Beringuy explicou ainda à Agência Brasil que a taxa de desemprego mostra diferenças regionais.

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Bahia é o estado mais afetado pelo desemprego

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua também apontam que as regiões com maiores taxas de desemprego no início do ano foram Bahia, com 17,6%, e Pernambuco, com 17%. Vale destacar também que a taxa de desemprego do Rio de Janeiro é de 14,9%, diferente da média da região Sudeste.

Por outro lado, o menor índice foi verificado em Santa Catarina em 4,5%. Em relação ao trimestre anterior, as taxas permaneceram estáveis ​​em 26 das 27 unidades federativas, com exceção do Amapá, que apresentou queda de 3,3%.

Estagiário sob supervisão do jornalista Jean Albuquerque

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