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Número de reclamações por compras feitas na internet cresceram 536% em dois anos

O Procon-SP aponta que as principais reclamações das compras feitas na internet são em relação aos atrasos ou a falta de entrega dos produtos

Victor Meira - victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 12/04/2022, às 09h01

Mulher utilizando notebook
Mulher utilizando notebook - Freepik
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Um dos setores que mais se beneficiaram durante o período da pandemia de covid-19 foi o e-commerce. O brasileiro aprendeu a fazer compras feitas na internet e teve que se adaptar durante a época do distanciamento. Mas com o aumento do comércio pela internet, o número de queixas cresceu na mesma proporção.

De acordo com o Procon-SP, as reclamações relacionadas a compras online subiram 536% em comparação com 2019, último ano antes da pandemia. Ao todo, foram 498,8 mil queixas em 2021, 301,6 mil em 2020 e apenas 78,4 mil reclamações em 2019. 

Segundo o órgão de proteção ao consumidor, o crescimento das reclamações tem correlação com a pandemia de covid-19 e a mudança nos hábitos de compra do brasileiro. “Essa elevação, que tem nos preocupado, ocorreu em razão da pandemia, um contexto em que os estabelecimentos comerciais tiveram que ser fechados do dia para noite e não estavam preparados para fazer um atendimento de modo virtual”, disse o diretor executivo do Procon-SP, Guilherme Farid.

O Procon-SP informa que as principais queixas dos consumidores são em relação aos atrasos ou não entregas dos produtos, além de cobranças indevidas. Sem contar que ainda há relatos de vendas feitas por sites falsos ou perfis de redes sociais. 

“Como medida de proteção ao consumidor e a fim de garantir que ele tenha onde reclamar caso tenha um problema, o Procon-SP criou o selo Empresa Verificada. A ferramenta certifica que a empresa é cadastrada no Sistema Procon-SP Digital, plataforma em que é possível fazer reclamações, denúncias e tirar dúvidas”, destaca o Procon-SP. 

A recomendação do Procon-SP é que a compra seja feita de empresas que estão cadastradas no sistema, ou seja, aquelas que disponibilizaram os seus dados ao órgão de defesa e assinaram o cadastro com o certificado digital. 

*com informações da Agência Brasil

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