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Pesquisa aponta que 95% da população sofre com a inflação no Brasil

A inflação no Brasil atinge, principalmente, as pessoas que possuem baixa escolaridade, renda de até um salário mínimo e reside na região Nordeste

Victor Meira | victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 20/04/2022, às 09h58

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O Brasil sofre uma das piores taxas de inflação dos últimos 20 anos, como indica o histórico do IPCA (Pesquisa aponta que 95% da população sofre com a inflação no Brasil) do Banco Central. Inclusive, o índice supera os números da crise financeira de 2016. 

Com este resultado, uma pesquisa feita pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) aponta que 76% dos brasileiros tiveram a situação financeira muito afetada pelo aumento de preços nos últimos seis meses. 

As pessoas mais vulneráveis pelo efeito da inflação são aquelas que não têm escolaridade, possuem renda de até um salário mínimo e vivem na região Nordeste. 

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Além disso, seis em cada 10 brasileiros reduziram gastos nos últimos seis meses. Enquanto que o impacto da inflação foi sentido por 95% da população.

Segundo a pesquisa, 59% dos pesquisados afirmaram que aumentaram gastos com conta de luz, 56% com gás de cozinha, 51% com água e luz e 50% com combustível.

A situação se repete com os gastos com alimentação, sendo que o arroz e o feijão foram os que mais atingiram o bolso do brasileiro: 52% dos entrevistados afirmam que tiveram gastos a mais. Em seguida vieram frutas e verduras, com 49%, e em terceiro lugar, a carne vermelha, com 48%.

O estudo ainda informa que a alta nos preços dos alimentos teve impacto na qualidade da comida com a redução no consumo de itens como a carne vermelha e quantidade de frutas e verduras. Haja vista que 31% dos entrevistados afirmaram que reduziram o consumo de carne e 19% reduziram o consumo de produtos naturais. 

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A situação econômica atual, em comparação com crises econômicas anteriores, é considerada tão grave quanto ou mais grave por 81% da população. A pior percepção, segundo o estudo, é da população com mais de 60 anos, que conviveu com inflação alta e diversos planos econômicos. 66% dos ouvidos acreditam que a inflação vai aumentar nos próximos seis meses.

Os dados são da pesquisa Comportamento e economia no pós-pandemia, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria – CNI ao Instituto FSB Pesquisa. Foram entrevistadas 2.015 pessoas, entre 1º e 5 de abril.

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