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Presidente do BC diz que o Brasil está pronto para enfrentar inflação maior

Com a persistência da inflação, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, não descarta uma nova onda de altas da taxa Selic

Victor Meira | victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 22/04/2022, às 15h07

Prédio do Banco Central (BC ou Bacen)
Prédio do Banco Central (BC ou Bacen) - Agência Brasil
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O presidente do Banco Central (BC ou Bacen), Roberto Campos Neto, afirmou que o Brasil está pronto para aumentar a taxa de juros mais do que o previsto para combater a inflação. A declaração foi realizada durante a sua viagem para os Estados Unidos. 

Ele também informou que o Copom (Comitê de Política Monetária) pode elevar de novo a Selic, a taxa básica de juros. Atualmente, a Selic está em 11,75% ao ano e deve aumentar para 12,75% na próxima reunião, que está agendada para ser feita em maio. Além disso, Campos Neto ainda indicou que novos aumentos podem ser concedidos em breve. 

“O Copom avalia que o momento exige serenidade para avaliar o tamanho e a duração dos choques atuais. [O comitê] persistirá em sua estratégia até que o processo de desinflação e a ancoragem das expectativas em torno de suas metas se consolide”, declarou Campos Neto em apresentação a investidores.

Com a maior inflação oficial desde 1994, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), Campos Neto declarou que está disposto a revisar o cenário da política monetária. 

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Inicialmente, a previsão era de que o Copom elevaria os juros dos atuais 11,75% para 12,75% e encerrar o ciclo de altas, mas com a persistência da inflação, não está descartada uma nova reunião em junho. 

“O Copom ressalta que seus futuros passos de política monetária poderão ser ajustados para garantir a convergência da inflação para suas metas e dependerá da evolução da atividade econômica, no balanço de riscos e nas expectativas e projeções de inflação para o horizonte relevante à política monetária”, acrescentou Campos Neto, que está em Washington para reuniões do Fundo Monetário Internacional (FMI), do Banco Mundial e do G20 (grupo das 20 maiores economias do planeta).

*com informações da Agência Brasil 

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