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Ração para animais de estimação deve ficar ainda mais cara, aponta IPCA

Os preços da ração para animais devem ser reajustados à medida que valor das principais matérias-primas aumente. Confira as previsões

Pedro Miranda* | redacao@jcconcursos.com.br
Publicado em 19/04/2022, às 19h55

Preço da ração para animais de estimação avançou 0,42% em março
Preço da ração para animais de estimação avançou 0,42% em março - Divulgação
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A categoria ‘alimentos para pets’ deve ficar ainda mais cara no segundo semestre de 2022. De acordo com dados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O preço da ração para animais de estimação avançou 0,42% em março.

No período acumulado de 12 meses, a variação foi de 22,90%  — quase o dobro do índice composto de alimentos e bebidas para humanos, que subiu 11,62% no período. Os preços devem ser reajustados à medida que os preços das principais matérias-primas usadas na fabricação das ração para animais de estimação, incluindo soja, milho e trigo, aumentem.

Nelo Marraccini, presidente do conselho consultivo do Instituto Pet Brasil (IPB), disse ao G1 que as entidades fazem o possível para reduzir os custos, “mas tudo está aumentando, desde a embalagem até a matéria-prima. As empresas não têm o que fazer, a não ser subir os valores aos poucos”.

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Segmento de ração para animais lida com altos custos de insumos desde 2021

De acordo com o presidente do IPB, os principais insumos utilizados na produção de ração animal são carne, peixe e proteína de frango, milho, trigo, soja, arroz e óleo. A quantidade utilizada na produção de ração varia de acordo com a qualidade do produto e o tipo de alimento — por exemplo, para cães ou gatos.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), José Edson Galvão de França, disse ao G1 que a preocupação do setor também está na guerra na Europa, já que a Ucrânia é o terceiro maior produtor mundial de milho e a Rússia é um importante exportador de fertilizantes para o Brasil.

França destacou que apesar dos manejos, o setor cresceu 32% em 2021. "Tivemos um aumento médio de 70% nos insumos e o setor repassou 27,3% da alta aos clientes”. A previsão de expansão este ano é de 15%, calculou o executivo.

*Estagiário sob supervisão do jornalista Jean Albuquerque

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