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Se eleito, Lula promete revogar medida polêmica de Bolsonaro; confira

Lula destaca que revogação de medidas polêmicas de Bolsonaro será feita logo no primeiro dia de governo, caso ele seja eleito

Victor Meira | victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 01/07/2022, às 14h41

Os pré-candidatos a presidência, Lula e Bolsonaro
Os pré-candidatos a presidência, Lula e Bolsonaro - Divulgação Redes Sociais
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O atual presidente Jair Bolsonaro (PL) decretou um sigilo de 100 anos em diversas medidas polêmicas em seu mandato. O líder da pesquisas eleitorais, o pré-candidato Luis Inácio Lula da Silva (PT) prometeu revogar estes decretos logo no primeiro dia de governo, caso ele seja eleito. A promessa foi realizada em entrevista à Rádio Metrópole, de Salvador, na manhã desta sexta-feira (01).

"O que está acontecendo é uma confusão no Brasil e criada pelo presidente da República, eu diria. Porque ele agora está com uma mania de qualquer bobagem que ele faz, ele decreta um sigilo de 100 anos. Ele diz que não tem corrupção no governo, mas ele sigilou as coisas do filho dele por 100 anos, sigilou a questão do Queiroz. Qualquer trambique que aconteça no governo é sigilo de 100 anos”, afirma Lula.

O candidato petista ainda mantém a crítica a Bolsonaro. “Por isso que eu digo que vai ter um 'revogaço' no meu primeiro dia de governo. Eu vou revogar todos os decretos de sigilo de 100 anos porque não há possibilidade. Se o cara roubou não tem que esperar 100 anos pra investigar, investiga agora", complementa. 

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Bolsonaro decretou sigilo de 100 anos em mais de uma oportunidade em diversas ocasiões durante o seu governo. Em julho de 2021, ele impôs segredo sobre as informações dos crachás de acesso ao Palácio do Planalto emitidos em nome de Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filhos do presidente.

Em janeiro do ano passado, o sigilo foi relacionado ao cartão de vacinação de Jair Bolsonaro.

Agora em 2022, Bolsonaro decretou sigilo nas suas reuniões com os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, que foram presos na semana passada junto com o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro. Os religiosos são suspeitos de comandar um gabinete paralelo no Ministério da Educação. 

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