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Aluguéis mais caros em janeiro? Novo índice da FGV sobe 1,86%

No acumulado dos últimos 12 meses, o IVAR, novo índice de aluguéis da FGV, registra alta de 1,23%

Victor Meira - victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 10/02/2022, às 09h16

Aluguéis mais caros em janeiro? Novo índice da FGV sobe 1,86%
Aluguéis mais caros em janeiro? Novo índice da FGV sobe 1,86% - Freepik
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O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR) cresceu 1,86% em janeiro, conforme indicam os dados publicados, nesta quinta-feira (10), pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ibre). 

Em relação ao mês de dezembro, a taxa acelerou 0,66%. Dessa forma, o índice acumula uma variação de 1,23% nos últimos 12 meses. Isso também representa uma aceleração na comparação com a taxa interanual apurada em dezembro, com um recuo de 0,61%.

Entre dezembro e janeiro, a taxa de variação mensal do IVAR acelerou em todas as cidades.

Ao considerar apenas a tendência da variação acumulada em 12 meses, todas as cidades do IVAR apresentaram aceleração São Paulo (de -1,83% para 0,40%), Rio de Janeiro (de 0,46% para 1,85%), Belo Horizonte (de 1,46% para 3,69%) e Porto Alegre (de -0,35% para 0,84%).

O IVAR é um índice criado para medir a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil. A próxima divulgação do IVAR ocorrerá em 08 de março de 2022.

O que é IVAR?

O IVAR é o “Índice de Variação de Aluguéis Residenciais”, novo indicador de reajustes de aluguel publicado pela FGV. Ele tem a função de indicar melhor a realidade dos preços dos contratos, uma vez que o antigo índice não refletia a realidade.

Diante das altas recentes do IGP-M, a FGV decidiu formular um novo índice para ser aplicado aos contratos de aluguéis.

Apesar disso, o IVAR não é um mecanismo novo. Seu cálculo já era feito antigamente só que com outra metodologia. Antes, ele era um subíndice de dois indicadores: o IPC-S e o próprio IGP-M.

Para chegar ao seu valor antigo, a conta tomava por base o preço anunciado dos aluguéis em questão. No entanto, muitas vezes esse não era o preço de fechamento do contrato.

Os proprietários de imóveis deixavam o anúncio em um preço que tinha margem para negociação. E de fato isso acontecia, com a conclusão do negócio em um valor abaixo do preço divulgado.

Logo, foi necessário buscar outra forma de cálculo que refletisse melhor a realidade praticada no mercado.

*com informações da FGV

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