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Brasil fecha janeiro com mais de 80 mil empregos com carteira assinada

Dados do Caged apontam para criação de 83,3 mil empregos com carteira assinada janeiro no país; número é quase 50% abaixo em relação ao ano passado

Carteira de trabalho digital
Carteira de trabalho digital - Agência Brasil - empregos
Jean Albuquerque

Jean Albuquerque

redacao@jcconcursos.com.br

Publicado em 09/03/2023, às 17h54

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O Brasil começou o ano com um saldo positivo de empregos, em janeiro o país gerou 83,3 mil empregos com carteira assinada. Mas não há muito o que comemorar, já que esse número é quase 50% abaixo da quantidade e postos de trabalho formais no mesmo período, no qual foram criados 155.178 postos. 

Neste caso, a abertura de emprego formal teve queda no primeiro mês de 2023 por conta da desaceleração econômica e do fechamento de vagas temporárias no comércio. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (9), pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia. 

Segundo os dados divulgados pelo Caged, mesmo havendo desaceleração em relação a janeiro de 2022, houve uma melhora em relação a dezembro do mesmo ano, já que o mês fechou com 440.669 postos.

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Veja setores que mais criação empregos

Ao dividir por ramos de atividade, o levantamento revela que quatro dos cinco setores pesquisados, criaram empregos com carteira assinada em janeiro. O ramo de serviços liderou com a abertura de 40.686 postos, seguido da construção civil, com 38.965 postos a mais. A indústria de transformação, extração e outros tipos ficou em terceiro lugar com a criação de 34.023 postos de trabalho.

Outro setor teve aumento de emprego, é o caso da agropecuária, que fechou o primeiro mês do ano com a abertura de 23.147 postos. Já o comércio, que foi pressionado pelo fechamento das vagas temporárias, fechou empregos com carteira assinada, que corresponde a 53.524 vagas.

Ainda de acordo com o estudo, o aumento de vagas do setor de serviços foi puxada pela segmento de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, somando 19.463 empregos formais. As categorias de informação, comunicação e finanças, imobiliário, atividade profissional e administrativa criaram juntos 16.447 vagas.

Do lado industrial, o destaque positivo é a indústria em transição, com 33.738 novas vagas a mais do que demissões. Em segundo lugar ficou a indústria extrativa, que criou 341 postos de trabalho.

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