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Caminhoneiros deflagram greve após reajuste no preço do diesel; saiba mais

Em comunicado à imprensa, caminhoneiros deflagram greve após reajuste no preço do diesel imposto pela Petrobras; paralisação terá início às 0h de hoje

Jean Albuquerque | redacao@jcconcursos.com.br
Publicado em 11/05/2022, às 19h54

Imagem ilustrativa, homem digirindo caminhão
Imagem ilustrativa, homem digirindo caminhão - Divulgação - Caminhoneiros deflagram greve
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Os caminhoneiros deflagram greve nesta quarta-feira (11). O anúncio foi feito por meio de comunicado da categoria de caminhoneiros autônomos do Estado do Espírito Santo, que informou que o movimento deve iniciar a paralisação a partir da meia noite de hoje.  

A greve é uma resposta ao reajuste aplicado pela Petrobras, que entrou em vigor nesta terça-feira (10) no preço do diesel, ao chegar às refinarias a 8,87%, o que significa que o valor passou de R$ 4,51 para R$ 4,91. 

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O Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Espírito Santo (Sindicam-ES) em comunicado enviado à imprensa, a entidade informou que a situação chegou ao ponto de ficar insustentável por conta de vários reajustes aplicados pela estatal "seja no preço do diesel ou nos insumos que compõem o dia a dia do caminhoneiro”. 

Até o momento, não há informações sobre a adesão de outros Estados à greve. A categoria reivindica 26% de reajuste e aguarda um novo acordo. A paralisação em ano eleitoral pode desgastar ainda mais a imagem do governo federal, os governistas querem evitar evitar desgastes, já que os adversários do Presidente Jair Bolsonaro (PL) focaliza o discurso em crítica a alta da inflação.

Alta da inflação puxada pela disparada de preço dos combustíveis

A alta de preços no país teve um salto e registrou o maior índice em 26 anos, desde 1996. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou em 1,06% no mês de abril, o que representa um indicador acima do que era esperado pelo mercado financeiro, quando estimou um aumento de 1%. 

Em relação aos transportes, foi impulsionado principalmente pelo aumento do preço dos combustíveis (3,2%), que ficou estável em relação ao mês anterior, com destaque para a gasolina (2,48%), que foi o produto de maior impacto no índice no mês ( 0,17 pontos percentuais). A gasolina foi o subitem de maior peso no IPCA (6,71%), mas os demais combustíveis também subiram. O etanol subiu 8,44%, o diesel subiu 4,74% e a gasolina de motor subiu 0,24%.

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