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Compras de fim de ano: varejo cresce 25% em São Paulo

Pesquisa da Associação Comercial de SP aponta para maior crescimento do varejo com as compras do fim de ano; vareja cresceu 25,5%. Saiba mais

Uma mulher atende clientes em uma loja
Uma mulher atende clientes em uma loja - Freepik - Compras de fim de ano
Jean Albuquerque

Jean Albuquerque

redacao@jcconcursos.com.br

Publicado em 12/01/2023, às 16h06

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As compras de fim de ano aliado ao tradicional presente de Natal fizeram com que a economia aquecesse e foram responsáveis por fazer o varejo do Estado de São Paulo ter um resultado positivo.

Só para se ter uma ideia, em dezembro de 2022, o segmento cresceu 25,5% em comparação a novembro do mesmo ano. Os dados são do Balanço de Vendas, indicador feito pelo Instituto de Economia Gastão Vidigal (IEGV) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) com base em amostra da Boa Vista.

Sobre o desempenho do varejo do ano anterior, houve um aumento de  0,7%, quando comparado o mesmo período ao mês de 2019, essa alta chega a 2,7%. 

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Economista justifica alta com maior taxa de ocupação e emprego 

O economista Ulisses Ruiz de Gamboa ouvido pela Agência Brasil, afirma que a alta observada no mês de dezembro ocorreu porque a atividade econômica registrou maior força, e também por conta de uma maior taxa de ocupação e emprego.

Gamboa ainda destaca que precisa também ser levado em conta o aumento da confiança do consumidor e das vendas no período de Natal, além da diminuição do funcionamento do comércio por conta da Copa do Mundo de 2022. 

Sobre o assunto, ele diz que "é preciso considerar que a alteração no funcionamento do comércio durante os dias de jogos da seleção brasileira influenciou negativamente nas vendas. Além disso, tivemos menos dias úteis entre um ano e outro”.

Para a ACSP, a pesquisa de intenção de compras de presentes que foi encomendada para o Natal, no início de dezembro, já indicava que os consumidores não iriam antecipar as compras nos meses anteriores. 

Ainda de acordo com a Associação Comercial de São Paulo, "isso foi confirmado nos resultados do indicador de dezembro. Não houve canibalização, por exemplo, entre Black Friday e Natal”, acrescentou.

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