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Correios dobra faturamento e registra lucro de 3,7 bilhões; saiba mais

O balanço dos Correios foi divulgado em uma cerimônia nesta quinta-feira (17). Este foi o terceiro ano consecutivo de crescimento da estatal

PEDRO MIRANDA* | REDACAO@JCCONCURSOS.COM.BR
Publicado em 17/03/2022, às 18h12

Os Correios esperam dobrar a carteira de pedidos, triplicar a receita e triplicar o patrimônio líquido.
Os Correios esperam dobrar a carteira de pedidos, triplicar a receita e triplicar o patrimônio líquido. - Divulgação/Correios
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A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos tem motivos de sobra para celebrar. A estatal dobrou o faturamento e registrou lucro de 3,7 bilhões em 2021,  o dobro do registrado em 2020, além de ser o melhor desempenho dos últimos 22 anos. O balanço foi divulgado em cerimônia nesta quinta-feira (17).

Este foi o terceiro ano consecutivo de crescimento da estatal, impulsionando negócios e receitas durante a pandemia de Covid-19. Apesar do plano de privatização em curso, a empresa estabeleceu metas de médio e longo prazo.

Nos próximos cinco anos, os Correios esperam dobrar a carteira de pedidos, triplicar a receita e o patrimônio líquido; manter sua margem EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização). No ano passado, o Ebtida dos Correios foi de 3,1 bilhões de reais, um aumento de 113% em relação a 2020.

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Correios consegue crescer em meio a obstáculos

O presidente dos Correios, Floriano Peixoto, disse que a melhora no desempenho se deve à melhora financeira e às medidas de sustentabilidade econômica implementadas nos últimos anos. Ele destacou ainda que as medidas adotadas nos últimos dois anos, embora consideradas rigorosas, mostraram-se eficazes e permitiram priorizar metas, redefinir gastos, serviços e aumentar receitas.

Na cerimônia, Peixoto evitou falar sobre o processo de privatização da empresa. Mas comentou que mesmo com as estatais em melhor situação financeira do que há três anos, não atingiu o nível necessário para garantir a continuidade dos negócios, “é possível afirmar que o alcance de taxas de crescimento equivalentes ou superiores às do mercado se dará com mais rapidez".

Na questão dos custos com o pessoal, a empresa observou que mudanças nos acordos coletivos de trabalho dos empregados poderiam economizar cerca de R$ 1,3 bilhão anualmente. Além disso, os dois planos de demissão por incentivo implementados durante a gestão de Floriano economizaram 2,1 bilhões de reais na folha de pagamento.

*Estagiário sob supervisão do jornalista Jean Albuquerque

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