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Greve no Banco Central: paralisação entra no quarto dia sem previsão de término

As principais exigências dos servidores na greve no Banco Central incluem um aumento salarial de 26% e reestruturação de carreira; saiba mais

Pedro Miranda* | redacao@jcconcursos.com.br
Publicado em 05/04/2022, às 17h04

Greve no Banco Central: principais exigências dos sevidores incluem um aumento salarial de 26% e reestruturação de carreira
Greve no Banco Central: principais exigências dos sevidores incluem um aumento salarial de 26% e reestruturação de carreira - Agência Brasil
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A greve no Banco Central (BC) entra no quarto dia nesta terça-feira (5) sem previsão de término. De acordo com o Sindicato Nacional dos Funcionários do BC (Sinal), os membros do Ministério da Economia que se reuniram com os servidores na terça (4) não receberam nenhuma proposta formal por parte do governo federal.

Sem negociações, a nota do Sinal destacou que a resposta será a “manutenção e intensificação da greve”. As principais exigências dos sevidores incluem um aumento salarial de 26% e reestruturação de carreira. A decisão de greve foi aprovada em assembleia geral com trabalhadores e entidades representativas da categoria.

Segundo o sindicato, os grevistas respeitaram as leis de serviços essenciais. Mas como o PIX e outras atividades do banco central não são consideradas essenciais, a greve pode interromper partes do PIX e dos serviços de distribuição de moedas e cédulas. Além disso, pode afetar também a divulgação do Boletim Focus e de diversas Taxas, por exemplo.

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Várias paralisações foram feitas antes da greve no Banco Central ser declarada

O sindicato informou ainda que aguarda a publicação do regulamento do Banco Central para os mais de 750 servidores, que entregaram os cargos comissionados em apoio aos colegas do movimento grevista.

As negociações entre os funcionários públicos do BC e o governo estão em andamento desde o início do ano, mas nada foi feito. Uma série de paralisações e movimentos pontuais ocorreram antes da greve ser declarada, aprovada em assembleia, na segunda-feira, 28 de março e iniciada na sexta-feira, 1º de abril.

Em nota, o Banco Central reconheceu o direito dos servidores públicos de participar de greves e informou o desenvolvimento de planos de contingência para manter o banco funcionando e prestando serviços.

*Estagiário sob supervisão do jornalista Jean Albuquerque

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