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OMS anuncia estratégias para saída de fase emergencial da pandemia de Covid-19; confira

O plano inclui três cenários possíveis para como o vírus pode evoluir no próximo ano. A OMS pede vigilância dos países nos próximos meses de pandemia

Pedro Miranda* | redacao@jcconcursos.com.br
Publicado em 30/03/2022, às 21h23

O plano inclui três cenários possíveis para o cenário de pandemia no próximo ano
O plano inclui três cenários possíveis para o cenário de pandemia no próximo ano - Agência Brasil
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Boas notícias em relação a pandemia de Covid-19. A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nesta quarta-feira (30) um plano atualizado que estabelece estratégias, que se forem implementadas ainda em 2022, poderão permitir que o mundo saia da fase mais grave da pandemia de Covid-19.

O plano inclui três cenários possíveis para a evolução do vírus no próximo ano. De acordo com o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, o cenário mais provável é que a doença continue evoluindo, mas que “a gravidade irá reduzir com o tempo por conta da vacinação e das infecções”, destaca.

Para ajudar a sair da fase de emergência, a OMS está pedindo aos países que mantenham ou aumentem a capacidade de monitorar o vírus, a fim de permanecer vigilantes aos primeiros sinais de mudanças. A entidade também pediu habilidades aprimoradas de testes de Covid-19 de longo prazo para rastrear e reduzir as consequências após o término da pandemia.

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Vejas os cenários possíveis para a pandemia no próximo ano segundo a OMS

Nesse cenário base, que é um modelo de trabalho da OMS, o vírus causa menos surtos graves e o número de transmissões aumenta periodicamente à medida que a imunidade diminui. Aqueles em maior risco podem precisar de doses de reforço. É claro que o vírus pode entrar em um padrão sazonal, atingindo o pico nos meses mais frios, assim como a gripe.

No melhor cenário da OMS, as variantes futuras seriam "substancialmente menos graves" e a proteção contra doenças graves seria durável sem a necessidade de futuras doses de reforço ou grandes mudanças nas vacinas atuais.

Na pior das hipóteses, o vírus pode evoluir para uma nova ameaça altamente contagiosa e mortal. Nesse cenário, as vacinas são menos eficazes e a imunidade a doenças graves e óbitos diminui rapidamente, o que exigirá grandes mudanças nas vacinas atuais e uma ampla campanha de imunização para os grupos mais vulneráveis.

*Estagiário sob supervisão do jornalista Jean Albuquerque

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