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Reforma tributária pode sair ainda neste ano, afirma líder do governo na Câmara

A reforma tributária é uma das principais prioridades do governo federal para estimular a economia

Reforma tributária pode sair ainda neste ano, afirma líder do governo na Câmara
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Victor Meira

Victor Meira

victor@jcconcursos.com.br

Publicado em 02/02/2023, às 16h29

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Desde o início da posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, um dos termos mais citados pelos membros do governo federal é a reforma tributária com o objetivo de simplificar os impostos no Brasil. Mais uma vez, o tema foi citado por um político da situação. Agora foi o líder do governo na Câmara, o deputado José Guimarães (PT-CE).

O parlamentar cearense declarou que a reforma tributária é um dos “assuntos mais importantes” para o presidente Lula. Diante disso, a prioridade atual do governo é aprovar a reforma e agilizar a sua aprovação ainda em 2023. 

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[A negociação] está sob comando do ministro [da Fazenda, Fernando] Haddad, os vice-líderes vão ajudar, temos aqui especialistas na área. Vamos começar a dialogar a partir de segunda-feira [6] sobre o conteúdo dela e o que podemos fazer antecipadamente para termos uma reforma tributária robusta que dê conta dos problemas”, disse.

A defesa da reforma tributária não foi feita apenas Guimarães, Haddad já relatou que o governo quer votar a reforma tributária no primeiro semestre de 2023 e a reforma sobre a renda no segundo. 

De acordo com a Agência Brasil, a simplificação da tributação sobre o consumo está no centro da primeira fase e o texto pretende se basear em duas propostas de emenda à Constituição (PEC) em tramitação no Congresso (PEC 45/2019 e PEC 110/2019).

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Os dois textos abordam diversos títulos sobre o consumo em menos tributos. Porém, a diferença entre as propostas está na quantidade de impostos unificados e os métodos para fundi-las. 

Nesta quinta-feira (02), Lula recebeu Guimarães e mais 13 dos 15 vice-líderes do governo na Câmara, escolhidos entre os partidos da base aliada. Segundo o deputado, o encontro foi de aproximação e diálogo com o presidente, “que será permanente”. 

É isso que faz fluir e os vice-líderes exercerem protagonismo nas matérias importantes para o governo e o país”, afirmou Guimarães.  

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