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Vacina Mpox: São Paulo imuniza contra a 'varíola dos macacos'; Saiba quem pode tomar

A vacina contra a Mpox, doença popularmente conhecida como 'varíola dos macacos', chegou à cidade de São Paulo nesta quarta-feira (22). Porém, é direcionada a grupo prioritário

Homem com erupções cutâneas após infecção com a 'varíola dos macacos'
Homem com erupções cutâneas após infecção com a 'varíola dos macacos' - Divulgação/Agência Brasil
Mylena Lira

Mylena Lira

redacao@jcconcursos.com.br

Publicado em 22/03/2023, às 18h00

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A vacina contra a Mpox, doença popularmente conhecida como 'varíola dos macacos', chegou à cidade de São Paulo. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS), da Prefeitura de São Paulo, disponibiliza a partir de hoje (22) o imunizante, mas apenas a adultos com maior risco de desenvolver as formas mais graves da doença.

Podem buscar a vacinação as pessoas que vivem com HIV (sigla em inglês para vírus da imunodeficiência humana) ou Aids com idade igual ou superior a 18 anos e que estejam com status imunológico identificado pela contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células nos últimos seis meses.

Também são elegíveis para recebr o imunizante os profissionais de laboratório, de 18 a 49 anos, que trabalham diretamente com orthopoxvírus, com nível de biossegurança 3 (NB-3).

"Serão imunizadas tanto as pessoas que tiveram exposição direta ao vírus, quanto as que não tiveram diagnóstico da doença. Em todos os casos, o imunizante não deve ser aplicado simultaneamente com outras vacinas", explicou a prefeitura em nota.

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Quantidade de doses e onde se vacinar

O esquema vacinal contra a Mpox prevê duas doses, que devem ser aplicadas com intervalo de quatro semanas entre elas. Neste primeiro momento, São Paulo recebeu 1.375 doses da vacina Mpox (MVA-BN Jynneos Mpox).

O público-alvo deve ir se vacinar em um dos 17 Serviços de Atenção Especializada (SAEs), que integram a Rede Municipal Especializada em Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs)/Aids da capital, e em unidades da rede estadual de saúde, administradas pela Secretaria Estadual de Saúde (SES).

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Saiba mais sobre a 'varíola dos macacos'

A doença deixou de se chamar varíola dos macacos para evitar confusão e estigmatizar os macacos. Isso porque o surto ocorrido em massa recentemente não teve ligação com os macacos. O vírus não se origina nos macacos, mas recebeu essa nomenclatura anteriormente porque foi observada uma infecção em primatas em pesquisas.

No ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a adotar o nome Monkeypox para o vírus causador da doença. Em geral, a doença é considerada leve e a pessoa infectada se recupera dentro de alguns dias. Porém, foram registradas mortes em grupos de risco.

Os sintomas da varíola dos macacos incluem:

  • febre;
  • dor de cabeça;
  • erupções cutâneas (pequenas pústulas que se espalham pelo corpo);
  • dor nas costas;
  • dor musculares;
  • calafrio;
  • exaustão; e
  • inflamação nos nódulos linfáticos.

Ministério orienta que quem tiver suspeita de estar infectado e apresentar sintomas deve procurar um médico, informar os contatos próximos e se isolar o mais rápido possível para evitar transmitir para outras pessoas. A principal forma de contaminação é via contato com a pele, mas também é transmitida via gotículas respiratórias e contato com roupas de cama e banho.

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