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Vacinação infantil: Rio de Janeiro atinge nível mais baixo desde 2002

A exceção é a vacina BCG, que é dada aos bebês nas maternidades. Secretaria alerta que muitas doenças graves podem ser prevenidas com a vacinação infantil; confira

Pedro Miranda* | redacao@jcconcursos.com.br
Publicado em 25/03/2022, às 21h45

Secretaria alerta que muitas doenças graves podem ser prevenidas com a vacinação infantil
Secretaria alerta que muitas doenças graves podem ser prevenidas com a vacinação infantil - Agência Brasil
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O estado do Rio de Janeiro registrou o menor número de crianças vacinadas nos últimos cinco anos. De acordo com levantamento da Gerência de Imunizações da Secretaria de Saúde, divulgado nesta sexta-feira (25), o patamar é o menor desde 2002. A exceção no recuo da vacinação infantil é a vacina BCG, que é dada aos bebês nas maternidades.

O secretário da saúde do estado alertou que muitas doenças graves podem ser prevenidas vacinando as crianças. O estudo observou que o maior impacto desses números foi em 2020 devido à pandemia de Covid-19. A necessidade de distanciamento social acabou dificultando o acesso aos postos de vacinação. Naquele ano, cerca de 40% dos bebês no estado não foram mais vacinados, de acordo com a pesquisa.

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Vacinação infantil recuou em vários de tipos de imunizantes

A vacina contra sarampo, caxumba e rubéola, conhecida como tríplice viral, é uma das vacinas com maior queda na demanda. Esta é uma queda significativa de 40% em relação às taxas de cobertura de 94,29% e 55,97% em 2017 e 2021, respectivamente.

E esses números se refletem na incidência dessas doenças. O Rio de Janeiro registrou 1.302 casos de sarampo em 2020, um aumento de 147% em relação a 2019, segundo a secretaria nacional de saúde. Foram registrados 526 casos da doença naquele ano.

A cobertura da vacinação contra a poliomielite também diminuiu. Na mesma comparação, o uso da primeira dose da vacina caiu 41%. Em 2017, era de 88,76%, e em 2021 caiu para 52,26%.

*Estagiário sob supervisão do jornalista Jean Albuquerque

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