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Meta, Apple e Google: Big Techs seguem com cortes de empregos e benefícios

Na última terça-feira, 14, a Meta anunciou uma segunda rodada nas demissões em massa. Mais de 60 mil pessoas já foram demitidas

Empresas continuam a realizar cortes de funcionários
Empresas continuam a realizar cortes de funcionários - Divulgação
Victoria Batalha

Victoria Batalha

redacao@jcconcursos.com.br

Publicado em 15/03/2023, às 10h00 - Atualizado às 10h08

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A Meta, empresa responsável pelo Facebook, WhatsApp e Instagram, anunciou na última terça-feira, 14, o corte de mais dez mil funcionários, quatro meses após demitir 11 mil colaboradores. A empresa foi a primeira Big Tech a anunciar uma nova demissão em massa. Atualmente, o setor de tecnologia já demitiram mais de 280 mil pessoas desde o início do ano passado. 

Os cortes, é devido uma tentativa de cortar gastos das empresas. Outras medidas vêm sendo tomadas pelas empresas de tecnologia, a Apple decidiu recentemente adiar os bônus para algumas divisões corporativas, com uma forma de ampliar os cortes de custos. Outra medida é o congelamento de contratações, que a Apple e Microsoft já estão fazendo. 

A Apple distribuía bônus e promoções entre uma e duas vezes ao ano, dependendo do setor na empresa. Normalmente nos meses de abril e outubro, porém, agora com o novo plano de gastos da empresa, esses grupos não irão receber promoções ou bônus no próximo mês. Os pagamentos vão ocorrer para todas as divisões apenas em outubro. 

Porém, diferente da maioria das Big Techs, a Apple tentou evitar as demissões em massa, realizando cortes de custos na empresa desde julho do ano passado. 

Mais de 60 mil pessoas demitidas em 5 meses

Com o anúncio de uma segunda rodada de demissões da Meta e juntamente de demissões realizadas pela Microsoft, Amazon e Alphabet (empresa responsável pelo Google), mais de 60 mil funcionários foram desligados em apenas cinco meses. Com o Twitter, que não faz parte do grupo das Big Techs, o número aumenta para 64.900 pessoas. 

Número de cortes por empresa:

  • Microsoft: 10 mil funcionários;
  • Meta: 21 mil funcionários;
  • Twitter: 3.700 funcionários;
  • Amazon: 18 mil funcionários;
  • Alphabet: 12 mil funcionários. 

Nos Estados Unidos estão sendo cobradas altas taxas de juros nos últimos meses para conter a inflação que atinge ao país norte-americano. Isso causou impacto nas vendas das Big Techs, que tiveram também que diminuir a quantidade de dinheiro gasto em publicidade, impactando as empresas de tecnologia que dependem dos anúncios. 

Outro fator, que devido à Pandemia de Covid-19 e ao isolamento social, as empresas de tecnologia tiveram um grande crescimento em 2020, mas nesse cenário de pós-pandemia, não há tanta necessidade de manter tantos funcionários nas companhias. 

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