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Alzheimer: saiba quais são os primeiros sintomas da doença

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa em ascensão, capaz de tirar do indivíduo sua dignidade, autonomia e qualidade de vida. Veja como identificar a doença

Glícia Lopes* | redacao@jcconcursos.com.br
Publicado em 15/07/2022, às 20h13

Mulher idosa com expressão de aflita | Foto: Freepik
Mulher idosa com expressão de aflita | Foto: Freepik
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De acordo com a Estimativa Global de Saúde, da Organização Mundial da Saúde, a doença de Alzheimer, junto a outras demências, corresponde à sétima principal causa de mortes no mundo. Desse total, 65% dos óbitos ocorrem entre as mulheres, sendo esse público o mais suscetível a desenvolver a doença.

A doença, conhecida popularmente como mal de Alzheimer, recebe esse nome por causa do neurologista Alois Alzheimer, primeira pessoa a identificar e descrever a patologia, em 1906. Foi observando uma paciente de 51 anos, aparentemente saudável, que passou a apresentar perda gradativa da memória, confusão mental e problemas na linguagem, que ele descobriu a doença. Nesse contato ele verificou lesões cerebrais responsáveis pelo distúrbio.

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Como identificar o Alzheimer

As causas do Alzheimer ainda são desconhecidas, mas o palpite da comunidade científica é, principalmente, o fator genético. Pessoas que tiveram familiares com a doença, correm mais risco de apresentar o problema. A condição se apresenta, majoritariamente, em pessoas idosas, mas, antes de atingir essa faixa etária, por volta dos 50 anos de idade, alguns sintomas podem surgir e piorar com o tempo. Por isso, a doença é classificada em quatro estágios, de acordo com a Biblioteca Virtual em Saúde, do Governo Federal:

  1. Inicial: perda de memória; alterações na personalidade; na capacidade de visão e da noção de espaço;
  2. Moderado: problema na linguagem; dificuldade em realizar tarefas simples e em coordenar movimentos; agitação e insônia;
  3. Grave: dificuldade em realizar tarefas do cotidiano; incontinência urinária e fecal; dificuldade para comer; deficiência motora progressiva;
  4. Terminal: restrição ao leito; não falar (mutismo); dor ao engolir; infecções intercorrentes.

Segundo a OMS, cerca de 55 milhões de pessoas convivem com demência, uma das características do Alzheimer. A estimativa é que 8,1% das mulheres e 5,4% dos homens com mais 65 anos possam ter o problema. E a tendência é aumentar. De acordo com o órgão mundial, há a expectativa de que o número de pessoas com demência atinja a marca de 78 milhões em 2030 e de 139 milhões de pessoas em 2050.

O Alzheimer não tem cura e o tratamento visa a adoção de medidas para amenizar os sintomas e promover autonomia e qualidade de vida para os pacientes e cuidadores. Além disso, medicamentos para o Alzheimer estão em fase experimental de desenvolvimento, prometendo o controle do distúrbio.

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Demência: 12 fatores que podem prevenir até 40% dos casos

A demência é uma das condições que afetam os pacientes com Alzheimer. Ela é uma das principais responsáveis pela redução drástica da independência e autonomia das pessoas que possuem doenças neurodegenerativas. Para saber mais sobre fatores de risco e formas de prevenção da demência, acesse o Blog Medcel e fique por dentro do assunto. Lá você também vai poder conferir tudo sobre concursos, especialidades, títulos, notícias e dicas de estudo sobre a área médica. Aproveite!

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