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Aluguel de imóveis residenciais sobe em fevereiro e alcança a maior inflação da história do índice

Apesar do aumento em geral, somente a cidade de São Paulo desacelerou no Índice de Variação de Aluguéis Residenciais - IVAR em fevereiro

Victor Meira - victor@jcconcursos.com.br
Publicado em 08/03/2022, às 10h54

Aluguel de imóveis residenciais sobe em fevereiro e alcança a maior inflação da história do índice
Aluguel de imóveis residenciais sobe em fevereiro e alcança a maior inflação da história do índice - Freepik
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O novo indicador para medir e regulamentar os preços dos aluguéis residenciais no Brasil apresentou uma variação positiva de 2,92% em fevereiro. O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais - IVAR do mês passado representa uma aceleração em relação à taxa de 1,86% registrada em janeiro. 

Com isso, o índice indica uma variação acumulada de 4,76% nos últimos 12 meses. Esta é a maior variação informada pelo IVAR desde o início da série histórica, em janeiro de 2019. 

Os dados foram divulgados, nesta terça-feira (08), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ibre).

De acordo com o FGV-Ibre, entre janeiro e fevereiro, a taxa de variação mensal do IVAR avançou em quase todas as cidades componentes do índice. Apenas em São Paulo houve uma ligeira queda.

Considerando a tendência da variação acumulada em 12 meses, todas as cidades componentes do IVAR apresentaram aceleração: São Paulo (de 0,40% para 2,83%), Rio de Janeiro (de 1,85% para 4,90%), Belo Horizonte (de 3,69% para 9,32%) e Porto Alegre (de 0,84% para 5,46%).

O IVAR foi desenvolvido para medir a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil. A próxima divulgação do IVAR ocorrerá no dia 06 de abril.

O que é o IVAR?

O IVAR é o novo indicador de reajustes de aluguel divulgado pelo FGV-Ibre que tem o objetivo de refletir a melhor realidade dos preços dos contratos, uma vez que o antigo índice se descolava da realidade. 

Para calcular o valor antigo, a conta tomava por base o preço anunciado dos aluguéis em questão. Contudo, em muitos casos, esse não era o preço de fechamento do contrato.

Os proprietários de imóveis anunciavam com um preço maior para ter margem de negociação. Logo, a conclusão do negócio, geralmente, era feita com um valor abaixo do preço divulgado. 

Deste modo, foi necessário buscar outra forma de cálculo que refletisse melhor a realidade praticada no mercado.

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