Brasil registra mais de 310 mil vagas de empregos formais em julho

Em 2021, o saldo de empregos com carteira assinada no Brasil é de 1,8 milhão de vagas. O salário médio teve uma leve queda 1,25%

Redação
Publicado em 26/08/2021, às 13h43

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Divulgação MTE

Nesta quinta-feira (26), o Ministério do Trabalho divulgou os dados de contratação com carteira assinada, através do sistema Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). De acordo com o levantamento, o Brasil registrou um saldo de 316.580 novos trabalhadores em julho de 2021. O saldo é o resultado de um total de 1.656.182 admissões e 1.339.602 desligamentos

No acumulado do ano, o país conta com um saldo de 1.848.304 empregos, decorrente de 11.255.025 admissões e de 9.406.721 desligamentos. O estoque nacional de empregos formais, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, relativo a julho ficou em 41.211.272 vínculos, o que representa uma variação de 0,77% em relação ao estoque do mês anterior.

Em relação ao salário médio de admissão, que foi R$1.801,99, em julho a remuneração salarial apresentou uma queda real de R$ 22,72 na comparação com junho. A variação corresponde a um percentual de -1,25%.

Na indústria de transformação, a queda do valor médio de admissão (-1,69%) resultou em um salário inicial de R$ 1.767,15. No setor de construção, a queda (-0,65%) fez com que o salário médio inicial registrado ficasse em R$ 1.848,81. Já a queda do salário médio de admissão do setor de serviços ficou em -1,49%. Com isso, o salário médio inicial do setor está em R$1.965,68.

Saldo de emprego por região e estados

A Região Sudeste foi a que gerou mais postos de trabalho. O saldo positivo ficou em 161.951 vagas, o que corresponde a um aumento de 0,77% comparado com junho. No Nordeste foram criados 54.456 postos (+0,83%); na Região Sul o saldo também ficou positivo (42.639 postos, +0,55%), a exemplo do Centro-Oeste (+35.216 postos, +1,01%) e do Norte (+22.417 postos, +1,18%).

São Paulo foi o estado que registrou o maior saldo positivo, com 104.899 novos postos de trabalho (+0,82%, na comparação com junho), seguido de Minas Gerais (+34.333 postos; +0,79%); e Rio de Janeiro: (+18.773 postos; +0,58%).

Já as unidades federativas com o menor saldo foram o Acre (806 novos postos; crescimento de 0,90% ante ao mês anterior); Amapá (saldo de 794 postos; +1,17%); e Roraima: (saldo de 332 postos; crescimento de 0,55%).

*trechos com reprodução da Agência Brasil

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