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56% dos profissionais brasileiros não querem trabalho presencial, revela estudo

Profissionais cogitam recusar promoções e vagas caso não tenha opção de trabalho remoto ou híbrido

Profissionais preferem trabalho remoto
Profissionais preferem trabalho remoto - Freepik
Victoria Batalha

Victoria Batalha

redacao@jcconcursos.com.br

Publicado em 16/03/2023, às 09h56 - Atualizado às 10h07

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Uma pesquisa publicada pela plataforma LinkedIn revelou que os profissionais brasileiros preferem vagas de emprego que ofereçam trabalho remoto ou trabalho híbrido. Conforme os dados do estudo, 56% dos trabalhadores brasileiros preferem rejeitar uma vaga e até mesmo promoções caso tenham que trabalhar presencialmente diariamente. 

A exigência por vagas no modelo híbrido ou com home office (trabalho remoto) é ainda maior no setor de tecnologia. Essa procura acaba refletindo nas ofertas de vagas no Brasil, 100% das vagas oferecidas para analista de desenvolvimento são remotas; 81% das vagas remotas são para engenheiro de qualidade de software; 68% para desenvolver de back-end; 67% para especialista em cibersegurança; 64% para líder de gerentes de produto; 62% para engenheiro de confiabilidade de sites; 61% para redator com foco em experiência do usuário. 

Profissionais querem mudar de emprego

Ainda conforme o LinkedIn, 60% dos profissionais estão cogitando mudança de emprego ainda em 2023 e  20% já estão buscando por novas vagas. Mesmo com uma possível crise econômica e até mesmo com as demissões em massa, os profissionais estão confiantes que vão conseguir essa mudança. 

Segundo o estudo, 77% responderam que estão confiantes que conseguiriam outra vaga caso deixassem a atual. Esse número ainda aumenta entre os profissionais mais jovens, com idade entre 25 a 34 anos, onde 82% disseram que tem certeza que conseguiriam outro emprego caso saíssem do quais se encontram. 67% dos profissionais com mais de 55 anos compartilham da mesma opinião.

Os motivos que levam esse desejo de mudança são:

  • 40% querem melhores salários;
  • 39% querem equilíbrio entre vida pessoal e vida profissional.

Porém, 68% dos líderes brasileiros não estão oferecendo um aumento salarial. 

Outra pesquisa realizada pela IWG, chamada de Empowering Women in The Hybrid Workplace (Empoderamento das mulheres no trabalho híbrido, em tradução livre), mostrou que esse modelo de trabalho é inegociável. 53% que desas forma as deram força para se candidatarem para cargos sêniores e 72% disseram que até procurariam outro emprego caso a empresa não ofereça um trabalho flexível. 

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