Concurso Ministério da Economia 2022 - Temporários Em andamento

Orgão: Ministério da Economia
Nº vagas: 2130
Taxa de inscrição: De R$ 54,00 Até R$ 64,00
Cargos: Técnico, Analista
Áreas de Atuação: Administrativa
Escolaridade: Ensino Médio, Ensino Superior
Faixa de salário: De R$ 1700,00 Até R$ 6130,00
Organizadora: Idib
Estados com Vagas: DF
Cidades: Brasília - DF

Publicado em 26/11/2020, às 01h41 - Atualizado em 17/01/2022, às 09h50


O mais recente concurso do Ministério da Economia oferece 2.130 vagas, das quais 300 imediatas e 1.830 para formação de cadastro reserva (CR). Temporárias, as oportunidades são para trabalhar em Brasília (DF).

Resumo do edital

Saiba como é a distribuição das vagas do concurso do Ministério da Economia

A função de técnico em atividades previdenciárias e de apoio (115 vagas imediatas + 690 CR) pode ser disputada por candidatos com ensino médio.

Profissionais graduados em qualquer área têm opções como analista de negócio (40 + 270 CR) e analista técnico de demandas previdenciárias, judiciais e de controle (145 + 870 CR).

Os salários são de R$ 1.700 (técnico), R$ 3.800 (analista técnico) e R$ 6.130 (analista de negócios). Para todas as carreiras, a jornada semanal é de 40 horas semanais.

Os contratos de trabalho terão duração de um ano. O prazo poderá ser prorrogado quatro vez, até atingir o limite de cinco anos, a critério da pasta.

Atribuições dos cargos

  • Técnico em atividades previdenciárias de apoio: Recepção e distribuição dos processos administrativos nas áreas do departamento; Apoio à execução de processos administrativos; Apoio na coleta de informações para subsídio à elaboração de notas técnicas e estudos, para o atendimento de demandas de órgãos de controle e do poder judiciário e para a construção de relatórios de suporte à gestão dos processos; Elaboração de redação de documentos oficiais (despachos, notas informativas e técnicas, ofícios, etc.); Localização e recepção de processos de aposentadoria e pensão relativos aos benefícios concedidos no prazo do Decreto de compensação previdenciária (Decreto 10.188 de 20 de dezembro de 2019); Análise e identificação dos processos de aposentadoria e pensão passíveis de compensação previdenciária; Separação de documentos e adoção dos procedimentos para compensação previdenciária no Comprev.

  • Analista técnico de demandas previdenciárias, judiciais e de controle: Recebimento e avaliação preliminar dos processos e requerimentos; Triagem e avaliação preliminar de processos administrativos relacionados aos temas de benefícios e pagamento; Avaliação preliminar e execução de atividades para subsídio e cumprimento de demandas oriundas de órgãos judiciais e de controle interno e externo; Coleta de informações para elaboração de notas técnicas e estudos; Elaboração de planilhas de cálculos para processos das temáticas de reposição ao erário, exercícios anteriores, reversão de créditos, pagamentos, repagamentos, dentre outros relacionados à folha de pagamento; Cadastramento de ações judiciais em módulo específico no SIGEPE; Redação de documentos oficiais (despachos, notas informativas e técnicas, ofícios, etc.); Execução de atividades de atendimento ao público, especialmente por meios digitais.

  • Analista de negócios (1A): Análise de processos administrativos de benefícios de aposentadoria, pensão, auxílio funeral, assistência à saúde, dentre outros; Análise e execução de atividades para subsídio e cumprimento de demandas oriundas de demandas judiciais e de órgãos de controle interno e externo; Análise e produção de informações técnicas sobre demandas da Advocacia-Geral da União, da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional - PGFN e dos órgãos do poder judiciário, para subsidiar a defesa da União em juízo; Elaboração de nota técnica com análise de mérito dos requerimentos; Mapear fluxo das atividades e identificar falhas, a fim de auxiliar na definição de estratégias de solução de problemas e melhoria contínua dos processos; Realização de pesquisas e estudos, produção de relatórios técnicos e desenvolvimento de indicadores de desempenho que auxiliem a gestão; Auxiliar no monitoramento de indicadores de desempenho de processos.

  • Analista de negócios (1B): Análise de processos administrativos de reposição ao erário, exercícios anteriores, execução orçamentária e financeira; Análise, execução e correção de lançamentos em folha de pagamento; Interlocução com as áreas de orçamento dos órgãos cujos serviços foram centralizados no Decipex e do Ministério da Economia; Análise e elaboração de planilhas de cálculos para subsídio de tomada de decisões; Elaboração de nota técnica com análise de mérito dos requerimentos; Mapear fluxo das atividades e identificar falhas, a fim de auxiliar na definição de estratégias de solução de problemas e melhoria contínua dos processos; Realização de pesquisas e estudos, produção de relatórios técnicos e desenvolvimento de indicadores de desempenho que auxiliem a gestão; Auxiliar no monitoramento de indicadores de desempenho de processos.

Concurso do Ministério da Economia: o que vai cair na prova?

Confira abaixo algumas das disciplinas para nível médio:

  • Língua portuguesa - Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados. Reconhecimento de tipos e gêneros textuais. Domínio da ortografia oficial: Emprego das letras; Emprego da acentuação gráfica. Domínio dos mecanismos de coesão textual: Emprego de elementos de referenciação, substituição e repetição, de conectores e outros elementos de sequenciação textual; Emprego/correlação de tempos e modos verbais. Domínio da estrutura morfossintática do período: Relações de coordenação entre orações e entre termos da oração; Relações de subordinação entre orações e entre termos da oração; Emprego dos sinais de pontuação; Concordância verbal e nominal; Emprego do sinal indicativo de crase; Colocação dos pronomes átonos. Reescritura de frases e parágrafos do texto: Substituição de palavras ou de trechos de texto; Retextualização de diferentes gêneros e níveis de formalidade.

  • Informática - 1. Noções de sistema operacional (ambientes Linux e Windows). 2. Edição de textos, planilhas e apresentações (ambientes Microsoft Office e LibreOffice). 3. Redes de computadores. 3.1. Conceitos básicos, ferramentas, aplicativos e procedimentos de Internet e intranet. 3.2. Programas de navegação (Microsoft Internet Explorer, Mozilla Firefox e Google Chrome). 3.3. Programas de correio eletrônico (Outlook Express e Mozilla Thunderbird). 3.4 Sítios de busca e pesquisa na Internet. 3.5. Grupos de discussão. 3.6. Redes sociais. 3.7. Computação na nuvem (cloud computing). 4. Conceitos de organização e de gerenciamento de informações, arquivos, pastas e programas. 5. Segurança da informação. 5.1. Procedimentos de segurança. 5.2. Noções de vírus, worms e pragas virtuais. 5.3. Aplicativos para segurança (antivírus, firewall, anti-spyware etc.). 5.4. Procedimentos de backup. 5.5. Armazenamento de dados na nuvem (cloud storage).

  • Ética na administração pública e legislação - 1 Ética no setor público. 1.1 Ética e moral. 2 Ética, princípios e valores. 3 Ética e democracia: exercício da cidadania. 4 Ética e função pública. 5 Ética no setor público 2. Lei nº 8.429/1992. 2.1. Disposições gerais. 2.2. Atos de improbidade administrativa. 3. Lei nº 12.846/2013 (Lei Anticorrupção). 4. Lei nº 12.527/2011. 5. Decreto nº 1.171/1994 (Código de Ética Profissional do Serviço Público).

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Acompanhamento

A equipe JC Concursos apresenta o resumo do concurso do Ministério da Economia nesta página, com as principais informações do processo seletivo. O conteúdo programático na íntegra pode ser conferido no edital abaixo, disponível entre os anexos.


Cronograma

Abertura das inscrições10/01/2022
Encerramento das inscrições10/01/2022

Notícias do concurso Ministério da Economia 2022 - Temporários

Edital e Anexos

Abertura (08/02/2021) Edital de abertura de inscrições (2021)
Retificação (17/03/2021) Reabertura de inscrições
Abertura (10/01/2022) Edital de abertura de inscrições (2022)
Retificação (17/01/2022) Suspensão temporária edital 2022

Provas Ministério da Economia

Nenhuma prova encontrada

Provas Idib

Nenhuma prova encontrada

Sobre Ministério da Economia

A Medida Provisória nº 870, de 1º de janeiro de 2019, criou o Ministério da Economia. Com isso, as estruturas dos ministérios da Fazenda; do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; da Indústria, Comércio Exterior e Serviços; e do Trabalho passaram a integrar um novo ministério chamado Economia.


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